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Ementas, Docentes e Referências das Disciplinas

1 - TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES

Disciplina Obrigatória Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Ontologia e epistemologia das organizações. Níveis e unidades de análise em estudos organizacionais. Tamanho, Tecnologia e Escolha Estratégica. Formalização, Centralização e Complexidade. Poder e Conflito, Tomada de Decisão, Mudança e Inovação nas organizações, Liderança, Comunicação e Motivação, Cultura Organizacional, Aprendizagem Organizacional. As condições ambientais.

Bibliografia

BURKE, W. Warner. Organizational change: theory and practice. London: Sage, 2002.

CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. (Orgs.) Handbook de estudos organizacionais: modelos de análise e novas questões em estudos organizacionais. São Paulo: Atlas, 1999, v. 1.

CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. (Orgs.) Handbook de estudos organizacionais: reflexões e novas direções. São Paulo: Atlas, 1999, v. 2.

CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. (Orgs.) Handbook de estudos organizacionais: ação e análise organizacionais. São Paulo: Atlas, 1999, v. 3.

DAFT, Richard L. Organizações: teoria e projeto. 4. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2002.

ENRIQUEZ, E. A organização em análise. Petrópolis: Vozes, 1997.

ETZIONI, Amitai. Organizações modernas. São Paulo: Atlas, 1980.

HALL, Richard H. Teoria das organizações: estruturas e processos. São Paulo: Prentice-Hall, 1984.

HATCH, Mary Jo; CUNLIFFE, Ann L. Organization theory: modern, symbolic, and postmodern perspectives. New York: Oxford University Press, 1997.

JONES, Gareth. Organizational theory, design and change. San Francisco: Prentice Hall, 2007.

LAWRENCE, P. R.; LORSCH, J. W. As empresas e o ambiente : diferenciação e integração administrativas. Petrópolis: Vozes, 1973.

MOTTA, Fernando Cláudio Prestes. Teoria das organizações: evolução e crítica. São Paulo:Thomson Learning, 2005.

PERROW, C. Análise organizacional: um enfoque sociológico. Rio de Janeiro: Atlas, 1972.
RAMOS, Alberto Guerreiro. A nova ciência das organizações: uma reconceituação da riqueza das nações.
São Paulo: FGV, 1984.

ROBBINS, Stephen P. Organization theory: structures, designs, and applications. 3. ed. San Diego: Prentice Hall, 1990.

ROBERTS, John. Teoria das organizações. São Paulo: Campus, 2005.

SCHEIN, E. H. Organizational culture and leadership. San Francisco: Jossey-Bass, 1989.

SCOTT, W. Richard. Institutions and organizations: foundations for organizational science. London: Sage, 2001.

SCOTT, W. Richard. Organizations: rational, natural, and open systems. San Francisco: Prentice Hall, 2003.

SILVEIRA, Rafael Alcadipani da. Michel Foucault: poder e análise das organizações: São Paulo: FGV, 2005.

TOMPKINS, Jonathan R. Organization theory and public management. Pacific Grove: Wadsworth, 2004.

2 - METODOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DA PESQUISA

Disciplina Obrigatória Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Análise exploratória de dados. Noções de probabilidade. Inferência estatística. Regressão linear com um regressor. Regressão linear com múltiplos regressores. Aplicações.Conceitos de pesquisa qualitativa. Natureza, usos e possibilidades do método qualitativo. Tipos de pesquisa qualitativa. Estudo de caso. Etnografia. Critérios de validade na análise qualitativa. Análise de triangulação.

Bibliografia

DENZIN, Norman K.; LINCOLN, Yvonna S. The American tradition in qualitative research. Vol. II. Thousand Oaks,California: Sage Publications, 2001.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. O Desafio do Conhecimento. HUCITEC: São Paulo, 1994.

NEVES, José Luis. Pesquisa Qualitativa: Características, Usos e Possibilidades. Caderno de Pesquisa em Administração: São Paulo, 1996. V1. N.3

HOLLAND, Jeremy e CAMPBELL, John. Methods in Development Research: combining Qualitative and Quantitative Approaches. Centre For Development Studies: Swansea, 2005.

SCHOLZ, Roland W. ; TIETJE, Olaf. Embedded case study methods integrating quantitative and qualitative knowledge. Thousand Oaks, California:Sage Publications, Inc. 2002.

VERGARA, S. C. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2005.

BEKMAN, O. R.; COSTA NETO, P. L. O. Análise estatística da decisão. São Paulo: Edgard Blücher, 1980.
EVIEWS 5. USER’S GUIDE. Quantitative Micro Software, LLC, 2004.

FRENND, J. E.; SIMON, G. A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2000.

GREENE, W. H. Econometric Analysis. 5ª edição. Pearson Education, Inc. Singapura, 2003.

GUJARATI, D. N. Econometria Básica. 3ª edição. São Paulo: Makron Books, 2000. 846p.

HILL, R.; GRIFFITHS, W.; JUDGE, G. Econometria. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.

HOEL, P. G. Estatística elementar. São Paulo: Atlas, 1979.

HOFFMANN, R.; VIEIRA, S. Análise de regressão: uma introdução à econometria. São Paulo: Hicitec, 1977.

JOHNSON, R. A.; BHATTACHARYYA, G. Statistics: principles and methods, New York: John Wiley & Sons, 2001.

JOHNSTON, J.; DINARDO, J. Econometric methods. 4. ed. United States of America: McGraw-Hill Companies: 1997. 531p.

MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de probabilidade e estatística. São Paulo: IME-USP, 2005.
MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico de qualidade. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científico, 2004.

PESTANA, Maria e GAGEIRO, João. Análise de Dados para Ciências Sociais: A Complementaridade do SPSS. Lisboa: Edições Silabo, 2000.

PINDYCK, R. S.; RUBINFELD, D. L. Econometria: Modelos e Previsões. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

SAAILES, J.; MCGRANE, A. Estatística aplicada à administração com Excel. São Paulo: Atlas, 2002.
SPSS 12 USER’S GUIDE. Chicago: SPSS Inc, 2002.

STATA 9.0 USER’S GUIDE. Texas, 2004.

STATISTICA USER’S GUIDE. Tucson, 1998.

STOCK, J. H.; WATSON, M.W. Econometria. São Paulo: Addison Wesley, 2004.

TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científico, 2005.

WITTE, R. S.; WITTE, J. S. Estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científico, 2005.

WOOLDRIDGE, J. M. Econometric Analysis of Cross Section and Panel Data. MIT¨: 2002.

3 - SEMINÁRIOS DE PROJETOS

Disciplina Obrigatória Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Plano de pesquisa. Fundamentação teórica. Tipos de pesquisa, caráter da pesquisa, unidades e níveis de análise, métodos de pesquisa em administração e tipos de cortes. Universo, população, amostra e sujeitos de pesquisa e critério de seleção. Dados: tipos, níveis de mensuração, instrumentos de coleta, validação de instrumentos de coleta, softwares para organização, análise e interpretação, formas de exposição. Definições conceituais e operacionais de variáveis. Limitações de pesquisa. Seminário e a comunicação científica.

Bibliografia

BABBIE, Earl. Métodos de pesquisas de survey. Belo Horizonte: UFMG, 2003.

BACHELARD, Gaston. O novo espírito científico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1968.

BARNES, James (Ed.). Understanding services management. New York: Wiley, 1995.

BURREL, G. Ciência normal, paradigmas, metáforas, discursos e genealogia da análise. In: CLEGG, S. (Org.). Handbook de estudos organizacionais. São Paulo: Atlas, 1999.

COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em administração. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

CRESWELL, John W. Research Design qualitative e quantitative approaches. Thousnad Oaks: Sage, 1994.
DENZIN, Norman K.; LINCOLN, Yvonna S. (Eds.).
Handbook for qualitative. Thousnad Oaks. California: Sage, 2000.

ECO, Humberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1985.

ENOKI, César; MEIRELES, Manuel Questionários de opiniões e atitudes: metodologia de coleta de dados em questionários extensos. Trabalho apresentado no 26º Encontro Anual da ANPAD, 2002.

GALLIANO, A. Guilherme. Método científico: Teoria e prática. São Paulo: Harbra, 1986.

GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de resumos e comunicações científicas. São Paulo: Avercamp, 2004.

GOULART, Sueli; VIEIRA, Marcelo M. Falcão. Reflexidade no processo de pesquisa: da verdade absoluta da teoria à descoberta de suas fragilidades. Trabalho apresentado no 30º Encontro Anual da ANPAD, 2006.

HUME, David. Tratado da natureza humana. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.

KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. 8ª ed. Perspectiva, 2003.

LIMA, Edmilson de Oliveira. Métodos Qualitativos em Administração: teorizando a partir de dados sobre processos em uma recente pesquisa. Trabalho apresentado no XXIX Encontro anual da ANPAD, 2005.

LUNA, Sérgio Vasconcelos de. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, 2003.

MARTINS, G. A. Epistemologia da pesquisa em administração. In: Encontro Anual da CLADEA ? Reunião do Conselho de Escolas de Administração. Santiago, Chile, set./1996.

MARTINS, G. A. Metodologias convencionais e não convencionais e a pesquisa em administração. Cadernos de Pesquisa em Administração. São Paulo, 2º semestre/2004.

NEVES, José Luis. Pesquisa qualitativa: características, usos e possibilidades. Caderno de Pesquisa em Administração. São Paulo, v. 1, nº 2, 2º semestre/1996.

PARASURAMAN, A. Measuring and monitoring service quality. In GLYNN, William e PEIRANO, M. A favor da etnografia. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995.

POPPER, Karl Raymund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 2003.

REYNOLDS, T. J.; GUTMAN, J. Ledderning theory, method, analysis, and interpretation. Journal of Advertising Research, New York, v. 28, p. 11-31, Feb./Mar. 1998.

SARTRE, J-P. Questão de método. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1966. service: balancing customer perceptions and expectations. New York: Free Press, 1990.

VIEIRA, Marcelo M. Falcão.; ZOUAIN, Débora M. Pesquisa qualitativa em administração. Rio de Janeiro: FGV, 2004.

YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.

ZALUAR, A. Teoria e prática do trabalho de campo: alguns problemas. In: CARDOSO, R. C. L. (Org.). A aventura antropológica: teoria e pesquisa.

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. ZEITHAML, Valarie, PARASURAMAN, A. e BERRY, Leonard. Delivering quality.

4 - TEORIAS DE ESTRATÉGIAS

PROFESSORES: Doutor Alberto William Viana de Castro

Doutor Daniel Nascimento e Silva

Ementa

Estratégia, conceitos, e características sobre o desenvolvimento de estratégias e sua classificação, os processos de administração estratégica, e conceitos básicos de análise competitiva aplicada ao planejamento estratégico. O ambiente de negócios. Planejamento estratégico e portfólio de relacionamentos. Estratégia nas organizações. Estratégias interorganizacionais. Competitividade e/ou sustentabilidade nas organizações. O desenvolvimento tecnológico e a competitividade empresarial. Inovação como fator de competitividade empresarial. O marketing como instrumento de competitividade no ambiente de negócios.

Bibliografia

ANDRADE, Aurélio L.; SELEME, Alcir; RODRIGUES, Luís H.; SOUTO, Rodrigo. Pensamento sistêmico: caderno de campo. Porto Alegre: Bookman, 2006.

ANDREWS, K. R. Formulando Estratégias. Em: MINTZBERG, H e QUINN, J. B. O Processo da Estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2001 p.57-65.

HEMAIS, Carlos A. & HILAL, Adriana. O processo de internacionalização da firma segundo a Escola Nórdica. A Internacionalização das Empresas Brasileiras: estudos de gestão internacional. Cap.1 , Rio de Janeiro, Mauad, 2002.

HENDERSON, Bruce D. The Origin of Strategy. Harvard Business Review, nov.dec. 1989. 5/12. (ou HENDERSON, B. As origens da estratégia. In: MONTGOMERY, C. & PORTER, M. (org). Estratégia: a busca da vantagem competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1998).

IDENBURG, P.J. Four Styles of Strategy Development. Long Range Planning, v. 26, n.6, p. 132, 1993.

KAPLAN, Robert S., NORTON, David P. A Estratégia em ação: Balanced Scoredcard; tradução Luiz Euclydes Trindade Frazão Filho. Rio de Janeiro: Campus, 1997. OU

KAPLAN, Robert S., NORTON, David P. Mapas Estratégicos- Balanced Scorecard: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis; tradução Afonso Celso Da Cunha Serra. Rio De Janeiro: Elsevier, 2004.

KIM, Chan W. e MAUBORGNE, Renée. A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 11ª Reimpressão.

MARTINELLI, Dante P. e APARECIDA, Carla Aparecida N. V. (Org.s). Visão sistêmica e administração: conceitos, metodologias e aplicações. Alfredo Machado Neto ... [Et al.]. São Paulo: Saraiva, 2006.

MINTZBERG, H. Cinco ps da Estratégia. Em: MINTZBERG, H e QUINN, J. B. O Processo da Estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2001 p. 26-32.

MINTZBERG, H. Estratégias Genéricas. Em: MINTZBERG, H e QUINN, J. B. O Processo da Estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2001 p. 89-97 e 326-330.

MINTZBERG, H., AHLSTRAND, B., LAMPEL, J. Safari de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Trad. Nivaldo Montingelli. Porto Alegre: Bookman, 2000.

NONAKA, Sachiko e TAKEUCHI, Nobuko. Criação do conhecimento na empresa. Rio de Janeiro. Campus, 1997.

PORTER, Michael E. Como as Forças Competitivas moldam a Estratégia In: MONTGOMERY, Cynthia A. PORTER, Michael E. Estratégia : a buscada vantagem competitiva . Rio de Janeiro: Campus, 1998.

PORTER, Michael E. On Competition. Harvard Bussiness Review. Boston: 1998.

SCHUMPETER, Joseph A. Teoria do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro. Fundo de Cultura, 1961.

5 - DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E GESTÃO AMBIENTAL

Disciplina Obrigatória Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

A Agenda XXI como o roteiro para o Desenvolvimento Sustentável na Terra. As Principais Questões Ambientais Globais e as contradições entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Externalidades e Responsabilidade Socioambiental das Empresas. Abordagens e Modelos para a Gestão Ambiental Empresarial. A Inovação e a Responsabilidade Socioambiental: uma estratégia para criar vantagens competitivas. A Reciclagem como uma estratégia de promoção de um desenvolvimento mais limpo: casos de organizações em Belém. A destruição da floresta, políticas públicas e responsabilidade socioambiental dos empreendimentos na Amazônia. As transformações do capitalismo na era da responsabilidade socioambiental corporativa. Estudo de casos de empreendimentos sustentáveis e não sustentáveis.

Bibliografia

ADVB. Mercado: top ambiental, os melhores casos. Fevereiro de 2008.

AUSTIN, James. HERRERO, Gustavo. REFICCO, Ezequiel. A nova rota: alianças sociais estratégicas. Harvard Business Review, São Paulo:

Harvard Business School Publishing, volume 82, no12, p.34-45, dez. 2004.

BANCO DA AMAZÔNIA. Programa Amazônia recicla. Belém: Banco da Amazônia,2007. doc.

BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da agenda 21. Petrópolis: Vozes, 1997.

BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial. São Paulo: Saraiva, 2007.

BARBIERI, José Carlos. Organizações inovadoras: estudos e casos brasileiros. Rio de Janeiro: FGV, 2004.

BARBIERI, José Carlos, SIMANTOB, Moysés Alberto (Org.). Organizações inovadoras sustentáveis: uma reflexão sobre o futuro das organizações. São Paulo: Saraiva, 2007.

BECKER, Bertha K. Desfazendo mitos: Amazônia uma selva urbanizada. In: UNAMAZ (Org.). Desenvolvimento sustentável nos trópicos úmidos.Belém: UNAMAZ/UFPa, 1992. p. 523-562.

BECKER, Bertha K. Síntese do processo de ocupação da Amazônia ? lições do passado e desafios do presente. In: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (Org.). Causas e dinâmicas do desmatamento na Amazônia.Brasília: MMA, 2001. p. 5-28.

BECKER, Bertha K. Geopolítica da Amazônia. Estudos Avançado, São Paulo, v.19, no53, 2005.

BECKER, BERTHA K. EGLER, Cláudio A. Gonçalves. Detalhamento da metodologia para execução do zoneamento ecológico ? econômico pelos Estados da Amazônia Legal. Brasília: MMA, 1997.

BENCHIMOL, Samuel. Amazônia: quatro visões milenaristas. Belém: BASA, 1999.

CALDERONI, Sabetai. Os bilhões perdidos. 4. ed. São Paulo: Humanitas. 2003.

CASEY, Michael, PARK, Sarah, RAMIREZ, Alfredo. YOUNG, Maddy. Bright ideas: the importance and implementation of photovoltaic cells. HWJS,Los Angeles: HWJS, no1, p. 5-7, Primavera de 2007.

DACACH, Solange. ZVEIBIL, Victor. SEGALA, Karin. Gestão integrada de resíduos sólidos na Amazônia. Brasília: MMA, 2002.

DINIZ, Cristovam Wanderley P. Por uma política de recursos humanos adequada ao desenvolvimento sustentável. In XIMENES, Tereza. Perspectivas do desenvolvimento sustentável. Belém: NAEA, 1997. ENRIQUEZ, Maria Amélia Rodrigues da Silva. Mineração no Pará: uma agenda pró-ativa para ampliar e potencializar os benefícios regionais. Belém: FIEPA, 2007.

FEARNSIDE, Philip M. Efeitos do uso da terra e manejo florestal no ciclo de carbono na Amazônia brasileira. In: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE(Org.). Causas e dinâmicas do desmatamento na Amazônia. Brasília: MMA, 2001. p. 173-196.

GOLDSTEIN, David B. Where do we go from there? In GOLDSTEIN, David B. Saving Energy, Growing Jobs. Richmond: Bay Tree, 2007. p.266-282.

GOLDSTEIN, David B. Direct Success in Energy Efficiency. In GOLDSTEIN, David B. Saving Energy, Growing Jobs. Richmond: Bay Tree, 2007. p.27-62.

GOVERNO DO ESTADO DO ACRE. Zoneamento ecológico-econômico do Acre. Rio Branco: Governo do Estado do Acre.

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Programa Zona Franca Verde. Manaus: Governo do Estado do Amazonas, 2005.

HART, Stuart. Capitalism at the crossroads: the unlimited business opportunities in solving the world?s most difficult problems. Philadelphia: Wharton SchooL Publishing, 2007.

HALL, Jeremy. MATOS, Stelvia. FERGUS, Andrew. VREDENBURG, Harrie. Sua empresa é socialmente vulnerável ? Harvard Business Review, São Paulo: Harvard Business School Publishing, volume 83, no8, p. 26-33, ago. 2005.

HOMMA, Alfredo K. O. A (ir) racionalidade do extrativismo vegetal como paradigma de desenvolvimento agrícola para a Amazônia. In Costa, José Marcelino M. Amazônia: desenvolvimento ou retrocesso. Belém: UFPa, 1992.
INTERNATIONAL FINANCE CORPORATION. Measuring sustainability: a framework for private investment. Washington D.C.: IFC, 2003.

LEROY, Jean Pierre. Certificação florestal: risco e oportunidade. In: FATHEUER, Thomas (Org.). Amazônia: estratégias de desenvolvimento sustentável. Belém: NAEA/UFPa, 1997. p. 67-75.

LIPIETZ, Alain. Cercando os bens comuns globais: negociações sobre o meio ambiente global em uma abordagem do conflito norte/sul. In: Faces do trópico úmido:conceitos e novas questões sobre o desenvolvimento e meio ambiente. CASTRO,Edna (Org.). PINTO, Florence (Org.). Belém: Cejup/UFPa/NAEA, 1997. p. 147-186.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Causas e dinâmicas do desmatamento na Amazônia. Brasília: Governo do Brasil, 2001.

MULLER, Frederico de Moura. Sistema de fiscalização, licenciamento e monitoramento de propriedades rurais de Mato Grosso. In: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (Org.). Causas e dinâmicas do desmatamento na Amazônia; Brasília: MMA, 2001. p. 307-342.

PIRES, José Otávio Magno Pires. O alumínio da Amazônia Oriental no contexto global. In PIRES, José Otávio Magno Pires. O vale do alumínio na Amazônia. Belém: UNAMA, 2006. p. 89-111.

PORTER, Michael. Verde e Competitivo. In PORTER, Michael. Competição. São Paulo: Campus, 2002.

PRAHALAD, C. K. HAMMOND, Allen. Servindo aos pobres do mundo, com lucro. Harvard Business Review, São Paulo: Harvard Business School Publishing, volume 83, no8, p. 71-79, ago. 2005.

REDCLIFT, Michael. Sustainable Development. London: Routledge, 1992. 221 p.

VERÍSSIMO, Adalberto. COCHRANE, Mark A. SOUZA, Carlos Jr. National Forest in the Amazon. Science. vol. 297, p. 1478, ago. 2002.

WORLD BUSINESS COUNCIL FOR SUSTAINABLE DEVELOPMENT. A eco-eficiência. Lisboa: Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável,2000.

ZADEK, Simon. A rota da responsabilidade social. Harvard Business Review, São Paulo: Harvard Business School Publishing, volume 83, no8, p. 42-51, ago. 2005.

6 - FINANÇAS EMPRESARIAIS

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Função financeira na empresa: Enfoque no valor do dinheiro no tempo e orçamento de capital, o Valor Presente Líquido (VPL). Teoria da Carteira. Retorno e risco: Capital Asset Pricing Model (CAPM), Arbitrage Pricing Theory (APT), risco, retorno e orçamento de capital. Eficiência do Mercado. Decisões de financiamento: Estrutura de capital e política de dividendos.Teorema Modigliani-Miller. Teorema de Miller.

Bibliografia

ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas e Valor. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

BOFF, Luiz Henrique, PROCIANOY, Jairo Laser, HOPPEN, Norberto . O uso de informações por analistas de investimento na avaliação de empresas: à procura de padrões. RAC. Revista de Administração Contemporânea, v. 10, p. 169-192, 2006. BREALEY, Richard A., MYERS, Stewart C. Princípios de finanças empresariais. 3. ed. Portugal: McGraw-Hill, 1995.

COELHO, A. C. ; LOPES, A. B. Avaliação da prática de gerenciamento de resultados na apuração de lucro por companhias abertas brasileiras conforme seu grau de alavancagem financeira. RAC. Revista de Administração Contemporânea, v. 11, p. 121-144, 2007.

COPELAND, Thomas .E.; WESTON, J. Fred. Financial Theory and Corporate Policy, 3 ed., EUA: Addison Wiley Publishing Company, 1988.

DAMODARAM, Aswath. Avaliação de investimentos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.

DAMODARAM, Aswath. Finanças corporativas: teoria e prática. Tradução Jorge Ritter. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.

ELTON, Edwin. J.;GRUBER, Martin J.; BROWN, Stephen J.; GOETZMANN, William. N. Moderna teoria de carteiras e análise de investimentos. São Paulo: Atlas, 2004.

FAMA, E. F. Efficient Capital Markets: II. The Journal of Finance, vol. XLVI, nº 5, Dec. 1991.

FAMÁ, R., LUCCHESI, Eduardo Pozzi . O impacto das decisões de investimento das empresas no valor de mercado das ações negociadas na BOVESPA no período de 1996 a 2003. RAUSP. Revista de Administração, v. 42, p. 249-259, 2007.

GRINBLATT, Mark; TITMAN, Sheridan. Financial Markets and Corporate Strategy. EUA: Irwin/McGraw-Hill, 1998.

HAUGEN, R.A. The New Finance. Prentice Hall, 1995.

MARKOWITZ, H. Portfolio Selection, The Journal of Finance, v. 7, nº 1, 1952.

MINARDI, Andrea M. ACCIOLY, Fonseca. Retornos Passados Prevêem Retornos Futuros?.RAE eletrônica, v.3, n.2, Art. 14, jul./dez.2004.

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ROSS, Stephen A., WESTERFIELD, Randolph A., JAFFE, J. T. Administração financeira, 2. ed., São Paulo: Atlas, 2002.

SECURATO, Jose Roberto, ROGERS, Pablo, RIBEIRO, Kárem Cristina de Sousa . Finanças Comportamentais no Brasil: Um Estudo Comparativo. Revista de Economia e Administração, v. 6, p. 49-68, 2007.

SHARPE, N.F. Capital Asset Prices: A Theory of market equilibrium under conditions of risk. The Journal of Finance, v. XIX, n. 3, 1964.

TAMBOSI FILHO, E., COSTA JR., N. C. A.; ROSSETTO, J. R. Testando o CAPM condicional nos mercados brasileiro e norte-americano. RAC. Revista de Administração Contemporânea, v. 10, p. 153-168, 2006.

TITMAN, S. WESSELS, R. The determinants of capital structure choice. Journal of Finance, v. 48, n. 3, June, 1988.

7 – INOVAÇÃO, TECNOLOGIA E COMPETITIVIDADE

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Desenvolvimento tecnológico e competitividade empresarial. Ciência, tecnologia e inovação. Sistemas de ciência, tecnologia e inovação. Invenção, inovação, desenvolvimento tecnológico e socioeconômico. Inovação como fator de competitividade empresarial.

Bibliografia

ANDERY, M. A et alli.Para conhecer a ciência.Rio de Janeiro: Espaço e Tempo, 1988.

ARCHIBUGI, D.LUNDVALL, B.A. The Globalizing learning economy. Oxford University Press, 2001.

BAUMOL, W. J. The Free-Market innovation machine. Princeton University Press, 2002.

BUSINESS WEEK. Special doble issue, The future of Technology. Business Week, agosto, 18-25, 2003.

CONCEIÇAO, P. et alli.. Science, technology, and innovation policy. Quorum Books, 2000.COSTA, Achyles Barcelos da. Inovações e mudança na organização industrial. Ensaios FEE, ano 21, n.2, 2000. p.7-31.

DOSI, Giovanni. Technological paradigms and technological trajectories. Research Policy, n.11, p.147-162, 1982.

DRUCKER, P. F. Innovation and entrepreneuship. HarperBusiness, 1986.

DUSSAGE, HART, RAMANANTSOA. Strategic Technology Management : Integrating product technology into global business strategies for the1990s. Chichester: Wiley & Sons, 1992.

FERRAZ, J. C.; KUPFER, D. & HAGUENAUER, L. (1996). Made in Brazil. Desafios Competitivos para a Indústria. Rio de Janeiro, Campus.

GALLOUJ, Faïz. Innovating in reverse: services and the reverse product cycle. European Journal of Innovation Management, v.1, n.3, p.123-138,1998.

GIGET, Marc. Technology, innovation and strategy: recent developments. International Journal of Technology Management, v.14, n.6/7/8, p.613-634,1997.

HAGEDOORN, John. Organizational modes of inter-firm co-operation and technology transfer, Technovation, Vol. 10 No.1, 17-29, 1990.

FLEURY, Alfonso e FLEURY, Maria Tereza. Aprendizagem e Inovação organizacional: As experiências de Japão, Coréia e Brasil. São Paulo: Atlas,1997.

LUNDVALL, Bengt-Ake. National Business Systems and National Systems of Innovation. International Studies of Management & Organizations, v.29,n.2, 1999. p. 60-77

MEDEIROS, José Adelino et al. Pólos, Parques e Incubadoras: a busca da modernização e competitividade. Brasília: Cnpq, 1992.

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8 - COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Comportamento organizacional: conceito, aplicações e implicações. Interações sociais na organização e cognições decorrentes: valores, percepção, atitudes, personalidade, motivação e aprendizagem. Liderança, poder e influência social. Comportamento intra e inter grupal. Conflitos e formas de superação: aprender a aprender na crise. Comunicação, criatividade, responsabilidade social e desenvolvimento organizacional.

Bibliografia

BORGES-ANDRADE, J. E.; ABBAD, G. S.; MOURÃO, L.; e cols.. Treinamento, Desenvolvimento e Educação em Organizações e Trabalho. Porto Alegre, RS: ArtMed, 2006.

BOWDITCH, James L. e BUONO, Anthony F. Fundamentos de Comportamento Organizacional. 6 ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006.

COHEN,A. e FINK, S. Comportamento organizacional: Conceitos e estudos de casos. Rio de janeiro: Campus, 2003.

DUBRIN, Andrew J. Fundamentos do Comportamento Organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.

GOULART, I. B. (org.). Psicologia Organizacional e do Trabalho: teoria, pesquisa e temas correlatos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.

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ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 11. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil LTDA, 2005.

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ZANELLI. J. C., BORGES-ANDRADE, J. & BASTOS, A.V. B. (Org.). Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. Porto Alegre, RS: Artmed, 2004.

9 - REGULAÇÃO AMBIENTAL E CULTURA ORGANIZACIONAL

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Institucionalização da questão ambiental: modos de incorporação da questão ambiental à agenda do empresariado; abordagens e modelos de gestão ambiental empresarial; instrumentos de regulação e ações ambientais empresariais. O novo processo de institucionalização da quetão ambiental no Brasil e ambientalismo empresarial. Contextualização geral dos fatores condicionantes externos e internos e princípios norteadores. Como se estrutura a Política Nacional de Meio Ambiente e principais marcos regulatórios. Instrumentos de regulação ambiental: instrumentos de comando e controle. Instrumentos de mercado. Acordos voluntários.Política ambiental e ambientalismo empresarial. Políticas indutoras da incorporação da questão ambiental à agenda do empresariado e mudanças na cultura organizacional.Crise Ambiental e gestão ambiental empresarial. Diferentes abordagens para a Gestão Ambiental Empresarial: gestão ambiental reativa. Gestão ambiental pró-ativa e gestão ambiental estratégica.Modelos de Gestão Ambiental. Administração da Qualidade Ambiental Total (TQEM). Produção mais limpa. Ecoeficiência. Ações ambientais empresariais em resposta aos instrumentos de regulação ambiental. Investimento em tecnologias limpas. Certificação Ambiental. Auditorias Ambientais. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). Investimentos em proteção ambiental: em Unidades de Conservação (UCs) e em Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs).

Bibliografia

ALBERTON, Anete; COSTA JR., Newton Carneiro Affonso da. Meio Ambiente e Desempenho Econômico-Financeiro: Benefícios dos sistemas de gestão ambiental(SGAs)e o Impacto da ISO 14001 nas empresas brasileiras. Revista de Administração Contemporânea. RAC Eletrônica,v.1, n.2, p.153-171,maio-/agos.de 2007.Disponível em: . Acesso em: março de 2008.

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VIOLA, Eduardo J.; LEIS, Hector. A evolução das políticas ambientais no Brasil, 1971-1991: do biossetorialismo preservacionista para o multissetorialismo orientado para o desenvolvimento sustentável. In: HOGAN, Daniel Joseph; VIEIRA, Paulo Freire. Dilemas socioambientais e desenvolvimento sustentável. Campinas:UNICAMP, 1995.

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10 - LOGÍSTICA E GESTÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTO

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa :

Estratégias empresariais, estratégias competitivas e de manufatura. Introdução à Supply Chain Management (SCM). SCM como um novo modelo competitivo e gerencial. Conceitos básicos em SCM e competição entre unidades de negócios virtuais. Estratégias empresariais e SCM. Restruturação e consolidação da base de fornecedores e de clientes, Insourcing e Outsourcing como processo de decisão estratégica na SCM, Mapeamento das competências e capacidades na cadeia produtiva. Descrição e estudo de práticas e inovações em SCM. EDI (Electronic Data Interchange) e ECR (Efficient Consumer Response). ESI (Early Supplier Interchange) e In-plant repreentattives. Postponed manufacturing e VMI (Vendor Manufacturing Inventoring). CRM (Customer Relationship Management) no contexto da SCM. Cases e exemplos importantes de inovações na SCM em diversos setores industriais.

Bibliografia

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VALENTE, Amir. Mattar; PASSAGLIA, Eunice; NOVAES, Antônio Galvão. Gerenciamento de Transporte e Frotas. São Paulo: Thomson Pioneira, 1997.

11 - TÓPICOS AVANÇADOS EM MÉTODOS QUANTITATIVOS

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Regressão linear com dados de painel. Regressão linear com uma variável dependente binária. Regressão linear de dados de séries temporais e previsão. Estimação de efeitos causais dinâmicos. Modelagem de equações simultâneas. Aplicações.

Bibliografia

BALTAGI, B. H. Econometric Analysis of panel data. John & Sons, 2001.

BAUM, C. F. An introduction to modern econometrics using Stata. StataCorp LP. College Station, Texas, 2006.

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MADDALA, G. S.; WU, S. A comparative study of unit root tests with panel data and a new simple test. Oxford bulletin of economics and statistics, special. Issue (1999) 0305-9049

PESTANA, Maria e GAGEIRO, João. Análise de Dados para Ciências Sociais: A Complementaridade do SPSS. Lisboa: Edições Silabo, 2000.

PINDYCK, R. S.; RUBINFELD, D. L. Econometria: Modelos e Previsões. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

SPSS 12 USER’S GUIDE. Chicago: SPSS Inc, 2002.

STATA 9.0 USER’S GUIDE. Texas, 2004.

STATISTICA USER’S GUIDE. Tucson, 1998.

STOCK, J. H.; WATSON, M.W. Econometria. São Paulo: Addison Wesley, 2004.

VERBEEK, M. A guide to Modern Econometrics. Chichester: Jonh Wiley & Sons, 2000. 386p.

WITTE, R. S.; WITTE, J. S. Estatística. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.

WOOLDRIDGE, J. M. Econometric Analysis of Cross Section and Panel Data. MIT¨: 2002.

12 - TÓPICOS AVANÇADOS DE ADMINISTRAÇÃO

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

A ementa desta disciplina será elaborada quando de sua oferta visando contemplar temas e questões atuais da área de Administração.

Bibliografia

A bibliografia desta disciplina será elaborada de acordo com os temas e questões definidos na ementa.

13 – GESTÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL E REDES DE COOPERAÇÃO

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Aspectos teóricos sobre gestão do desenvolvimento local. A dimensão cultural do desenvolvimento local. Redes Sociais e Redes de Cooperação. Experiências de Gestão Local e Redes de Cooperação.

Bibliografia

BALESTRIN, Alsones; VARGAS, Lilia Maria. A Dimensão Estratégica das Redes Horizontais de PMEs: teorizações e evidências. Revista de Administração Contemporânea. Edição Especial, 2004. p.203-227.
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CABUGUEIRA, Artur Carlos C. M. Do Desenvolvimento Regional ao Desenvolvimento Local: análise de alguns aspectos de política econômica regional. Gestão e Desenvolvimento. n.9,2000.

CACCIA-BAVA, Silvio et al (Org.). Novos Contornos da Gestão Local: Conceitos em Construção. São Paulo: Pólis, Programas de Gestão Pública e Cidadania/EAESP/FGV, 2002.

DOWBOR, Ladislau. O que acontece com o trabalho. 3ª edição revista e ampliada. São Paulo: Ed. Senac, 2006.

FRANÇA, Cássio Luiz de et al (Org.). Aspectos Econômicos de Experiências em Desenvolvimento Local. São Paulo: Instituto Pólis, 2002.

GAVENTA, John. Em Direção a uma Governança Local Participativa. Seis propostas para discussão. IDS, Universidade de Sussex: Brighton, 2001.

LOPES, Fernando Dias; BALDI, Mariana. Laços Sociais e Formação de Arranjos Organizacionais Cooperativos:Proposição de um modelo de análise. Revista de Administração Contemporânea. V.9, n.2, 2005. p.81-101.

MACHADO-DA-SILVA, Clóvis L.; COSER, Cláudia. Rede de Relações Interorganizacionais no Campo Organizacional de Videira SC. Revista de Administração Contemporânea. V.10, n.4, 2006. p.9-45.
MARTELETO, Regina Maria. Análise das Redes Sociais: aplicação nos estudos de transferência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v.30, n.1, p.71-81, jan./abr.2001.

MILANI, Carlos. Teorias do Capital Social e Desenvolvimento Local: lições a partir da experiência de Pintadas (Bahia). Salvador: UFBA (NPGA/NEPOL/PDGS, 2005.

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RODRIGUES, Andréa Leite; MALO, Marie Claire. Estruturas de Governança e Empreendedorismo Coletivo: o caso dos doutores da alegria. Revista de Administração Contemporânea. V.10, n.3, 2006. p. 29-50.

SILVEIRA, Caio Márcio e REIS, Liliane da Costa (Org.). Desenvolvimento Local, Dinâmicas e Estratégias. Rede DLIS, Brasília, 2001.

TAPIA, J. R. B. Desenvolvimento Local, Concertação e Governança: A experiência dos Pactos Territoriais na Itália. São Paulo em Perspectiva, 2005. V.19, n.1 p.132-139.

VAZQUEZ-BARQUERO, Antonio. Desarollo Endógeno y Globalizacion. Pontifica Universidade Católica do Chile: Santiago, 2000

VAZQUEZ-BARQUERO, Antonio. Desarrollo Endógeno. In: VAZQUEZ-BARQUERO, Antônio. Endogenous Development: networking, innovation, institutions and cities. Routledge: Londres, 2002.

14 - POLÍTICAS PÚBLICAS DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Conceitos de Estado e Desenvolvimento. Natureza e papel do Estado. Aspectos Teóricos sobre Desenvolvimento Local. O Local e o Global. Políticas Públicas e Governança. Políticas e Programas de Desenvolvimento. Experiências de Gestão de Políticas Públicas e Programas de Desenvolvimento Local.

Bibliografia

CAVALCANTI, Clóvis (org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1999.

CACCIA-BAVA, Silvio et al (Org.). Novos Contornos da Gestão Local: Conceitos em Construção. São Paulo: Pólis, Programas de Gestão Pública eCidadania/EAESP/FGV, 2002.

DOWBOR, Ladislau et al. A comunidade inteligente: visitando as experiências de gestão local. São Paulo: Pólis; Programa Gestão Pública eCidadania, 2001.

FRANCO, Augusto. Capital Social. Instituto do Millenium, 2003.

MARTELETO, Regina Maria; Ribeiro, Leila Beatriz. Informação e construção do conhecimento para a cidadania no terceiro setor. Revista Informaçãoe Sociedade, João Pessoa, v.11, n.1, 2001.

RAO, Vijayendra e WALTON, Michael (org). Culture and Public Action. Stanford University Press: Stanford, 2004.SANTOS, M. Por Uma Outra Globalização do pensamento único à consciência universal. Editora Record: São Paulo, 2000.

SILVEIRA, Caio et al. Ações integradas e desenvolvimento local: tendências, oportunidades e caminhos. São Paulo: Polis; Programa Gestão Públicae Cidadania, 2001TENDLER, J. Good Governance in the tropics. Baltimore: John Hopkins, 1997TEIXEIRA, Elenaldo. O Local eo Global: limites e desafios da participação cidadã. Cortez, 2002.

VAZQUEZ BARQUERO, Antonio. Desenvolvimento endógeno em tempos de globalização. Porto Alegre: Fundação de Economia e Estatística, 2001.

15 - AGLOMERADOS E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Os antecedentes teóricos do aglomerado segundo Porter: Marshal, Pigout, Coase, Perroux, Myrdal, Hirschman e Marx. A teoria dos aglomerados, segundo Michael Porter. A dialética fundamental dos aglomerados: a coopetição. Os aglomerados, a inovação e a sustentabilidade ambiental. A teoria dos aglomerados e sua aplicação às regiões em desenvolvimento. Os aglomerados como base de políticas de inclusão social. A teoria dos aglomerados e o Desenvolvimento Regional. A aplicação da teoria dos aglomerados às políticas de desenvolvimento regional da ADA (Agencia de Desenvolvimento da Amazônia) e do Banco da Amazônia. Aglomerado Mineral: revisão da literatura e aplicações à Economia Mineral da Amazônica Oriental. Os aglomerados do Alumínio e do Ferro no Estado do Pará e os aglomerados da Construção Civil e da Moda na Região Metropolitana de Belém. As relações da teoria dos aglomerados com a teoria da competitividade e da estratégia: uma revisão teórica e suas aplicações para os empreendimentos. Oficinas de levantamento de aglomerados na Amazônia. As redes nacionais e mundiais de estudos de aglomerados: o Greenbook; Global Competitiveness Report; Disciplina ensinada mundialmente: Microeconomics of Competitiveness; e OECD Competitive Regional Clusters.

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16 - ECONOMIA DA AMAZÔNIA

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Discussão da importância dos recursos naturais e ambientais no processo de desenvolvimento econômico, assim como o valor ecológico e monetário dos ecossistemas. Procedimentos qualitativos e quantitativos que permitam mensurar os impactos ambientais em relação aos outros fatores de produção da economia. Implantação das bases para um novo modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia: objetivo, diminuir as incertezas com relação a seu potencial ecológico e econômico. Lógica da localização dos investimentos. Polarização econômica.Desenvolvimento desequilibrado dos limites para o crescimento. O papel da inovação para o desenvolvimento e das relações entre liberdade e desenvolvimento.

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17 - TEORIA INSTITUCIONAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Perspectivas da Teoria Institucional nos campos da economia, administração, ciência política e sociologia, tendo paradigmas o velho e novo institucionalismo. Análise da Teoria Organizacional em relação das Teoria das Organizações, considerando os ambientes técnico e institucional.Institucionalismo regulativo, normativo e cognitivo.Diferentes formas do Isomorfismo (coercitivo, normativo e mimético). Aprofundamento das relações entre os atores sociais e instituições. Agência e esquemas interpretativos,enfocando ainda a competitividade e cooperação.

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18 - ESTRATÉGIA, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E INOVAÇÃO

Disciplina Eletiva Carga Horária: 60 Créditos: 3.0

Ementa

Visões de estratégia: Escola do Design e a Teoria dos Recursos da Firma (Resource Basad View). Vantagem competitiva sustentável. Significado de inovação dentro da perspectiva sociotécnica clássica e de acordo com os modelos de Chris Argyris. Desenvolvimento do conceito de Organizações Inovadoras Sustentáveis:Busca da vantagem competitiva contínua dentro dos princípios da Sustentabilidade e Responsabilidade Social. Discussão dos conceitos de desenvolvimento sustentável e responsabilidade social. Definição de organizações inovadoras sustentáveis. Estudos críticos de empresas do setor elétrico brasileiro, que devem inovar implementando formas limpas de geração de energia elétrica baseada em fontes de energia renováveis. Estudos de modelos de negócios em empresas privadas que, a partir do conceito de Sustentabilidade e Responsabilidade Social inovam em busca de vantagem competitiva.

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