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O que é o Curso

 

Criação e Funcionamento: O curso de Engenharia Sanitária e Ambiental foi criado na UNAMA pela Resolução Nº 026/2006 do Conselho Universitário – CONSUN e teve o seu Projeto Pedagógico aprovado pela Resolução Nº 010/2007 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE.

O Projeto Pedagógico do curso atende as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de Graduação em Engenharia definidas pela Resolução N.º 11/2002 do CNE/CES. O exercício da profissão de Engenheiro é regulamentada pela Lei Federal Nº 5194/1960 e pelo Decreto Federal Nº 620/1969.

O Engenheiro Sanitarista e Ambiental tem a sua atuação profissional compromissada com o equilíbrio entre o desenvolvimento socioeconômico e a manutenção da qualidade do meio ambiente, reduzindo assim os riscos a que são expostas as populações pelo comprometimento da sua saúde e qualidade de vida.

Eixo de Formação do Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental: O Projeto Institucional da UNAMA a define como uma Universidade comprometida com o desenvolvimento da Região Amazônica, entendendo que na consecução deste projeto, o homem amazônida é seu foco de maior interesse. Por outro lado, o meio ambiente tem sido, nas últimas décadas, a grande preocupação das comunidades, de dirigentes de empresas e governantes de todos os países do planeta, seja pelas mudanças provocadas pela ação do homem na natureza, seja pela resposta que a natureza dá a essas ações. No caso particular do Brasil, o país possui um ecossistema rico em biodiversidade, possui lagoas, praias, costões rochosos, restingas, dunas, manguezais, ilhas costeiras, mata de encosta, o pantanal a maior área úmida continental do mundo é a floresta amazônica com a maior biodiversidade do planeta, tudo isso abrigando uma enorme variedade de espécies animais e vegetais, inclusive algumas em extinção. O Brasil é o país mais rico do mundo em recursos hídricos. Conta com mais de 13% da água doce disponível do planeta. A riqueza natural, entretanto, se contrapõe com uma realidade de desperdício, exclusão e mau uso dos recursos naturais disponíveis no país.

Temos ainda milhares de pessoas excluídas socialmente por conta do não atendimento ás suas necessidades básicas de água tratada, coleta e tratamento de esgotos, drenagem e proteção contra inundações e destino final adequado para os resíduos sólidos domésticos e industriais, pontos fundamentais para as questões de saúde pública e preservação ambiental.

O Brasil ainda tem um contingente de 30 milhões de pessoas sem acesso ás redes públicas de água. Mais de 110 municípios não contam com qualquer rede distribuidora de água e mesmo os municípios que usufruem dos sistemas estruturados, com redes e estações de tratamento, também apresentam situações de risco de poluição e contaminação de suas fontes de água. Quanto ao esgotamento sanitário, um pouco mais de 40% dos distritos brasileiros dispõem de um sistema de coleta de esgoto e apenas 35% do volume coletado é tratado antes de ser encaminhado ao destino final, e que na maioria das vezes são os mesmos mananciais que servem de fonte de abastecimento de água. Para preservar este patrimônio ambiental e promover um desenvolvimento sustentável, além da conscientização da população, de decisões políticas e leis rigorosas, torna-se necessário e urgente, a formação de profissionais compromissados com a resolução de problemas ambientais. Dentro do universo da Engenharia Social, a Engenharia Sanitária e Ambiental é aquela que melhor desenvolve um perfil profissional, capaz de enfrentar os desafios presentes e futuros, tanto na gestão ambiental como na apresentação de soluções capazes de minimizar os impactos ambientais negativos que normalmente acompanham o desenvolvimento sócio- econômico de um país ou de uma região, especialmente a Amazônia.