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Veja 5 sites para aprimorar seus conhecimentos durante a pandemia

O isolamento social permite que as pessoas tenham mais tempo para investir nas suas carreiras
Marcele Lima Por: 17/09/2020 - 11:05

A pandemia provocada pelo novo coronavírus fez o mundo parar. Países inteiros entraram em regime de isolamento social, com milhares de pessoas tendo seus postos de trabalho transferidos para dentro de casa, com contratos suspensos e até mesmo desligadas de suas funções. Seis meses depois do decreto feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a rotina de algumas pessoas vai voltando “ao normal” com as flexibilizações promovida pelos governos. Mas se você faz parte da lista de profissionais que ainda está com tempo livre em casa e busca uma atualização para voltar ao mercado de trabalho, confira uma lista de sites que oferecem cursos para melhorar seu currículo. 


 

Fundação Getulio Vargas (FGV)

A Fundação Getúlio Vargas possui um catálogo variado de cursos em diversas áreas como direito, marketing, vendas e educação, por exemplo. A maioria deles pode ser realizado online e de maneira gratuita. Entre os disponíveis estão “Introdução ao tema da liderança”, “A internet e os negócios” e “Alinhamento entre vendas e marketing”, voltados para pessoas que tenham a partir do ensino médio. Não há processo seletivo para os cursos, basta preencher uma ficha de inscrição no site da FGV.

 

Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) tem uma lista de cursos disponíveis para os trabalhadores que buscam capacitação. Entre os cursos estão “Como Expandir seu Negócio”, “Marketing Digital”, este dividido em módulos, “Gestão de Pessoas” e “Receita de Sucesso - Cardápio, Cozinha e Alimentos”. São centenas de cursos, com duração de 1h a 24 horas, gratuitos e com certificação. Para garantir uma vaga é preciso acessar o site do Sebrae, fazer o cadastro e escolher o que quer estudar. 

BBC Learning English 

Que tal aprender ou treinar seu nível de inglês? A empresa de comunicação britânica BBC possui um site com conteúdos gratuitos voltados para as pessoas que buscam aprender o idioma. As lições são postadas em vídeo com cenas de cotidiano, focadas muito mais na prática da linguagem do que na gramática. Para conhecer a plataforma acesse o site da BBC Learning English.

 

Libras - USP

E se o segundo idioma de seu interesse for a Língua Brasileira de Sinais (Libras)? Este pode ser o momento para aprender, já que se trata de uma área onde o mercado de trabalho sempre oferta boas oportunidades para intérpretes. A Universidade de São Paulo (USP) oferece a formação gratuitamente à distância, através do departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Para ter conhecer o projeto confira o site da instituição. 

 

Escola Virtual do Governo

O portal Escola Virtual do Governo tanto servidores e trabalhadores da iniciativa privada quanto qualquer profissional tem à disposição milhares de cursos gratuitos de educação continuada em áreas de conhecimento que envolvem gestão, tecnologia, marketing, entre outras. As capacitações podem variar de 30 a 100 dias de estudos e garantem certificados. Para saber mais e conhecer o catálogo disponível clique aqui.


 

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7 de setembro: fatos que você não sabia sobre a independência do Brasil

O professor de história José Carlos Mardock destaca algumas curiosidades pouco conhecidas acerca do feriado nacional
Thayná Aguiar Por: 04/09/2020 - 15:45 - Atualizado em: 07/09/2020 - 09:00

Conhecida nacionalmente, a data de 7 de setembro marca a Declaração de Independência do Brasil do Império Português, que ocorreu no ano de 1822. Além disso, a celebração acabou se tornando um feriado nacional, repleto de comemorações públicas em vários estados. O fato, que é estudado até hoje, carrega consigo uma história muito importante para sociedade brasileira. Contudo, ainda existe algumas curiosidades que poucas pessoas sabem.

 

De acordo com o professor de história José Carlos Mardock, a independência do Brasil está inserida em um contexto muito maior: A Emancipação da América Ibérica. "Logo encontraremos causas externas (Iluminismo, Revolução Industrial, Independência das 13 Colônias, Revolução Francesa e a Era Napoleônica - ascensão e queda) e internas, no caso brasileiro, a Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana e a Insurreição Pernambucana", diz. 

 

"Porém, a análise também se desdobra em cima de vários pormenores, intrigas e curiosidades que o grande público não tem conhecimento, já que o acontecimento, a independência, deve ser compreendida com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, em 1808; passando pela elevação da Colônia à condição de Reino Unido a Portugal e Algarves, em 1815 e com a Revolução Liberal do Porto, em 1820", destaca o professor.

 

Sendo assim, confira alguns pontos trazidos por José Carlos Mardock que são poucos conhecidos acerca do 7 de setembro:

 

1°) 9 de Janeiro, dia do FICO: o povo clamando para que D. Pedro ficasse, uma articulação realizada pela maçonaria liderada por José Bonifácio, Joaquim Gonçalves Ledo e José Clemente Pereira para garantir os privilégios da elite brasileira (aristocratas, simpatizantes da autonomia do país).

 

2°) D. Pedro participou de um jantar, uma MARISCADA, oferecida pela Marquesa de Santos - Domitila de Castro (conhecida como a grande amante de D. Pedro), gerando as cólicas e todo o mal-estar em D. Pedro.

 

3°) D. Leopoldina, nomeada por D. Pedro Chefe de Estado e princesa interina, convocou o Conselho de Estado no Rio de Janeiro e assinou, em 2 de setembro, um decreto declarando o Brasil oficialmente separado de Portugal. Portanto, nossa independência foi conquista por uma mulher.

 

4°) O hino já estava pronto quando a independência foi proclamada e foi escrito em 16/08/1822 por Evaristo da Veiga, com música de Marcos Portugal, um músico famoso na Europa que havia sido contratado para ser o compositor oficial da corte.Enquanto, a história oficial afirma, que o Imperador compôs no mesmo dia do Ipiranga. 

 

5°) O Grito de Liberdade: não ocorreu no córrego, riacho, do Ipiranga. Na verdade, no alto da colina, próximo ao rio, pois D. PEDRO aliviava-se de um transtorno estomacal. 

 

6°) Cavalos? Não, o animal utilizado para o transporte era o jumento, pois era adequado a região irregular. O cavalo não era encontrado com facilidade.

 

7°) Os livros afirmam que D. Pedro estaria cercado com sua Guarda Imperial. Pois bem, eram apenas meia dúzia de soldados que não formavam Guarda Imperial alguma, já que a mesma não existia. 

 

8°) A data 7 de setembro passaria a ser oficial com a República. Pois antes, comemorava-se em 12 de outubro, data do aniversário de D. Pedro.

 

9°) O quadro da Independência, produzido pelo artista Pedro Américo foi pintado em 1888 na Itália. Um pedido de D. Pedro II para recuperar a imagem do Império. Sendo muito comum essas encomendas serem “maquiadas” e receberem pompas que, de fato, não ocorreram.

 

Gostou das curiosidades sobre o 7 de setembro? Comente qual você mais se surpreendeu aqui embaixo!

 

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Vai fazer TCC? Veja como escolher o orientador!

Confira as dicas
Marcele Lima Por: 03/09/2020 - 10:53

Se existe uma coisa que assombra os estudantes dos últimos períodos da graduação é o trabalho de conclusão de curso. Através dele o graduando pode mostrar o resultado de seu aprendizado, em um conteúdo mais direcionado aos caminhos profissionais, alinhado com temas de maior identificação. Um personagem fundamental para a qualidade do material produzido é o orientador. E como escolher o profissional ideal para este momento tão importante e decisivo? 

 

O professor Luís Boaventura todos os semestres orienta dezenas de alunos de uma das universidades do Ser Educacional em Recife. “Será uma relação próxima durante seis meses. Precisa saber se a área de atuação e pesquisa do orientador tem relação com o projeto de pesquisa do orientando”. Ele enumera alguns pontos que precisam fazer parte desta relação: confiança, empatia, respeito aos combinados, cumprimento dos prazos. “Entendimento que o trabalho é do aluno. Ambos precisam se comprometer  com isso”, diz Boaventura.

 

Veja agora 5 dicas na hora de decidir o orientador ideal

 

1 - Identificação

Como o professor Luís Boaventura citou, o relacionamento das partes envolvidas é um ponto a se pensar. Não adianta almejar a orientação com um profissional que ao longo de toda graduação o estudante não gostava, não tinha empatia pelo assunto e nem identificação com a metodologia de ensino. O trabalho vai ser sofrido e pode não ter o resultado esperado.

 

2 - Linha de pesquisa

O seu professor favorito pode não servir para ser o seu orientador. Isto porque é necessário que o TCC esteja dentro do campo de pesquisa dele. Um trabalho de produção fotográfica precisa da orientação de um fotógrafo, por exemplo. 

 

3 - Troque experiências com orientandos do mesmo docente

Nada melhor do que saber como vão ser seus próximos meses. Converse sobre como os seus colegas se sentem com relação a orientação do tcc deles, como o professor se comporta, as exigências, a atenção oferecida aos estudos, para quando chegar a sua vez não ocorrer decepções provocadas pelas expectativas criadas e não correspondidas. 

 

4 - Verifique a disponibilidade do possível orientador 

Imprevistos acontecem! Muitas vezes o candidato a orientador se encaixa em todos os seus requisitos, mas quando chega o semestre os planos dele podem mudar. É sempre bom ir conversando com o pretendente antes mesmo de começar o pré-projeto para ver se ele vai estar disponível para seu trabalho no prazo em que vai necessitar e deixar seu interesse na ajuda dele bem claro. 

 

5 - Saiba defender o seu trabalho

O papel do orientador é te fazer chegar ao objetivo final com êxito. O trabalho é seu. Melhor pensar em um professor que não tenha um jeito centralizador e sim no que ouve suas ideias, sugere melhores caminhos, mas não impõe os dele como sendo os melhores. Lembre-se que teve anos para conhecer os docentes da faculdade e saber quais podem se encaixar na sua maneira de trabalhar.

 

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Dia do Repórter Fotográfico: como se tornar um bom profissional da área?

Confira
Por: Elaine Guimarães 01/09/2020 - 17:45 - Atualizado em: 02/09/2020 - 09:00

A história da fotografia é marcada por muitas imagens que geram repercussões não apenas onde foram produzidas, mas também, em diversas partes do mundo. Esses registros narram uma história e nos fazem refletir sobre contextos presentes em diferentes décadas. 

Por trás de uma imagem, há um repórter fotográfico que, através de um olhar único e, muitas vezes, marcado por sensibilidade, constrói uma narrativa imagética e apresenta personagens. “O fotojornalista é alguém que conta histórias, constrói narrativas visuais com um pensamento e/ou finalidade noticiosa.  Ou seja, a abordagem dessa construção deve seguir parâmetros jornalísticos. Procurando ser ético, objetivo e claro”, explica o professor de fotojornalismo do Ser Educacional Miva Filho.

Nesta quarta-feira (2) é comemorado o Dia do repórter fotográfico. A data é uma oportunidade de conhecer mais sobre a profissão e valorização daqueles que são responsável por contar histórias através das imagens. 

Tenho uma câmera! Agora, sou fotógrafo

É muito comum ouvir essa premissa de muita gente que reduz o trabalho fotográfico a uma câmera na mão. No entanto, Miva atenta para esse pensamento errôneo. “Se você comprar um bisturi, você não vai virar médico. O mesmo acontece se você comprar uma câmera, você não se torna um fotógrafo.  Muito menos, um fotojornalista. Você pode até capturar imagens, mas, dificilmente, conseguirá contar histórias apenas com elas. O equipamento lhe dará possibilidades. Quanto mais avançado mais possibilidades”, expõe.

Ser um bom profissional é ter muito mais do que uma DSRL ou mirrorless

Ser um profissional da área vai muito além de equipamentos caros ou considerados de última geração. Mas, isso não significa dizer que o repórter fotográfico não precise ter conhecimento sobre equipamentos e das técnicas fotográficas existentes.

“O bom fotojornalista tem que, obviamente, dominar seu equipamento e as técnicas fotográficas, mas, acima de tudo, ter a percepção e entendimento do que se passa ao redor. Sempre ter empatia pelos personagens e a sensibilidade necessária para retratar cada pauta”, ressalta o docente.
 

Quero ser repórter fotográfico: e agora?
 

“Estude sempre. Estude fotografia e suas técnicas. Linguagens e equipamentos. Mas, sempre entenda o mundo que o cerca. É essa inquietação que move o bom fotojornalista”, orienta. 

Além disso, Miva Filho salienta que, para se destacar no mercado de trabalho, esse profissional precisa ser versátil. “Versatilidade é importante. Saber fotografar hard news, mas também, matérias especiais, mais produzidas. Saber usar vários equipamentos e dominar várias linguagens e técnicas. Conhecer suas pautas e assuntos abordados a ponto de poder, ele mesmo, escrever a matéria, caso seja necessário. Mas, a percepção e sensibilidade ainda são as características mais importantes”, frisa.

Celular: uma ameaça à profissão?

Atualmente, há uma discussão sobre o uso do celular na produção de registros fotográficos. Assim como, a possível extinção da categoria nas redações jornalísticas. Questionado sobre essa questão, Miva é categórico. “O celular trouxe uma outra forma de consumos dessas imagens. Hoje, o leitor acessa essas imagens muito mais rápido que no jornal impresso em papel. Hoje, o fotógrafo tem muito mais visibilidade e mais alcance. Existem muito mais fotos disputando a atenção dos leitores, mas a narrativa, a forma de contar essas histórias ainda é o que torna as imagens fotojornalísticas de maior impacto dentro da nossa sociedade”.

 

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O biomédico no combate ao novo coronavírus

O profissional é um dos mais importantes para a eficiência do tratamento e combate a COVID-19
Marcele Lima Por: 01/09/2020 - 17:40

A COVID-19, em dados oficiais, já matou mais de 43 mil pessoas no Brasil, além de já ter contaminado quase 1 milhão de pessoas. O combate ao novo coronavírus exige equipes multiprofissionais que vão além dos médicos e enfermeiros. Na linha de frente os biomédicos se destacam por estarem diretamente ligados aos tratamentos adequados e a qualidade de vida dos pacientes. 

Os Biomédicos fazem parte dos diversos processos que envolvem a saúde e a doença dos indivíduos. Atualmente, quando as pesquisas para cura estão sendo feitas em tempo real, eles são indispensáveis. “Para o entendimento da dinâmica de uma nova doença como é a COVID-19 são necessárias várias estratégias conjuntas. No campo da saúde, além da assistência prestada diretamente aos doentes são necessários o diagnóstico, as pesquisas sobre o novo agente etiológico e suas ações no organismo infectado, o desenvolvimento e os testes de novos fármacos e vacinas, o monitoramento e a investigação epidemiológica”, explica a professora da UNINASSAU e Biomédica Renata Vasconcelos.

Ainda segundo Renata, que leciona em cursos de farmácia e biomedicina, a atuação é feita em hospitais em que as pessoas doentes estão sendo tratadas, nos centros de referência de diagnóstico e pesquisa e também na vigilância epidemiológica. O campo de atuação é amplo, mesmo fora do contexto que estamos vivendo. “A maioria dos biomédicos acaba por trabalhar com as análises clínicas, seja nos exames básicos ("de rotina") ou nos exames especializados, como é o diagnóstico do SARS-CoV2, mas as áreas de atuação são muito mais abrangentes do que apenas o diagnóstico. Nossa formação contempla o fundamental para que o profissional siga por caminhos distintos, a depender de sua vocação e de sua formação complementar, que pode se dar através de pós-graduações lato sensu ou strictu senso (mestrado e doutorado)”, diz a biomédica. 

Apesar da importância desses profissionais na pandemia, ainda falta valorização para o trabalho que eles desenvolvem. Desde os primeiros casos confirmados no país há uma “guerra” travada contra a ciência, prejudicando a credibilidade e até mesmo a autoestima de quem está arriscando a saúde diariamente. “Estamos desde o princípio da pandemia expostos ao SARS-CoV2, tivemos que mudar drasticamente nossas rotinas e o diagnóstico é visto como crucial para a contenção da pandemia por todo o mundo, mas o Brasil ainda não investe o quanto precisaria investir para que tenhamos um volume de testagem adequado para as dimensões do nosso território”, conta a professora da UNINASSAU e Biomédica Renata Vasconcelos.

Atualmente o Brasil realiza testes, na maior parte dos casos, em pacientes que estão em situação mais preocupante, o que acaba prejudicando o cenário real da doença no país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que quanto mais se tenham pessoas infectadas em um território, mais se façam as testagens, como ocorreu na Espanha e na Itália, por exemplo. Uma plataforma adotada pela Universidade Johns Hopkins, em Londres, a Our World in Data, mostra dados da COVID em todo mundo. De acordo com as divulgações, o Brasil testou 2,28 pessoas a cada 100 habitantes até a primeira semana de junho, enquanto os Estados Unidos, que apresenta números expressivos de mortos e infectados chegou a 61,59 testagens para cada 100 mil habitantes. 




 

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Veja como conseguir atendimento psicológico gratuito

Saiba como e onde se inscrever para conseguir atendimento nas instituições do Ser Educacional
Thayná Aguiar Por: 28/08/2020 - 11:32

Segundo um relatório divulgado em 2017 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre depressão e distúrbios de ansiedade, o Brasil é o primeiro colocado entre as nações com a maior porcentagem de pessoas com algum tipo desses transtornos. Conforme o levantamento, cerca de 18 milhões de brasileiros sofre com a doença, o que equivale a 9,3% da população. Diante da pandemia da Covid-19, a mistura de medos e incertezas pode fazer com que esse número aumente ainda mais. 

De acordo com a psicóloga Joyce Mayara Domingos, é essencial que as pessoas busquem um atendimento psicológico para amenizar os efeitos trazido com não somente o “novo normal”, causado pelo Coronavírus, como também pelos outros problemas enfrentados no dia a dia. “Procurar ajuda profissional é meu conselho principal. Com a quarentena, a maior parte dos profissionais de saúde, bem como psicólogos e médicos, realizam atendimento Online, da forma mais segura e ética possível”.

Sendo assim, reunimos algumas clínicas-escolas do Ser Educacional que prestam atendimento psicológico tanto para o público geral, quanto para os seus próprios funcionários.

UNINASSAU Recife, Campus Graças

Durante o período de quarentena, os atendimentos psicológicos são realizados de forma gratuita e online. Os interessados precisam de cadastrar no link http://bit.ly/psicorona preencher o formulário. As consultas são destinadas para toda a população, conforme disponibilidade de horário. Todos terão direito a duas sessões gratuitas.

UNINASSAU Natal

Os interessados precisam entrar em contato pelo telefone (84) 3344-7853, onde será agendada uma avaliação. Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. As sessões são conduzidas por alunos estagiários do curso de psicologia.

UNINASSAU Fortaleza

Os atendimentos na clínica-escola de psicologia da unidade são voltadas para às áreas de atendimento infantil (a partir dos 4 anos de idade); atendimento em grupo; e atendimento individual ou em casal. Para realizar agendamentos ou tirar dúvidas sobre os serviços, é necessário entrar em contato pelo telefone (85) 3201-2448

UNIVERITAS Rio de Janeiro

Os atendimentos estão sendo realizados de forma online. Para se inscrever, o interessado deve mandar um email para psicologia.gua@ung.br. 


UNAMA Alcindo Cacela

A clínica de psicologia da Unama funciona de 8h às 20h, de segunda a sexta-feira. Para se inscrever, basta comparecer na Clipsi, localizada no campus Alcindo Cacela, em Belém. Ou então ligar pro 4009-3012. De acordo com a coordenação do curso de psicologia, os atendimentos estão sendo feitos, mas apenas na modalidade psicoterapia. Em breve, deverá ser retomado o atendimento grupal.

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Dia do Economista: onde pode trabalhar sendo cientista econômico?

Confira as possibilidades dessa profissão
Por: Elaine Guimarães 13/08/2020 - 13:21 - Atualizado em: 13/08/2020 - 13:22

Muito além dos cálculos matemáticos, o economista é um profissional importante e conta com diversas possibilidades de atuação. Perspicaz nas análises e identificação de problemas econômicos, a profissão traça estratégias para salvar empresas públicas e privadas de uma cilada financeira.

Entretanto, alguns estudantes de ciências econômicas desconhecem o campo de atuação ou o reduzem ao mercado financeiro. “É muito comum ouvir dúvidas de estudantes da graduação a respeito das possibilidades que a formação possui. A grande maioria não sabe onde atuar e com o que podem trabalhar. Ainda tem gente que acha que vai trabalhar apenas na Bolsa de Valores”, comenta o professor Carlos Bianchi.

O docente lista as áreas de atuação que um cientista econômico pode executar as habilidades adquiridas durante a formação acadêmica . Confira:

 

Setor privado

No setor privado, o economista pode atuar em organizações financeiras como bancos, tradicionais e de investimentos, bolsa de valores, exercer a função de gestor de recursos. Além disso, também pode prestar consultoria financeira”, explica Bianchi.

Setor público

“Neste setor, esse profissional pode trabalhar em prefeituras, sede de governos estaduais e federal. Nesses lugares, o cientista econômico vai auxiliar na questão dos gastos do poder público que irá implicar no sucesso da gestão dos mesmos”.

Docência

“Dentre as possibilidades que a profissão dá, temos a sala de aula. Esse campo nem sempre é cogitado por quem inicia a graduação. Mas, é uma ótima área de atuação. Para quem almeja a docência é necessário investir na trajetória acadêmica, ou seja, mestrado e doutorado”, aponta o professor.

Remuneração

Carlos Bianchi ressalta que a categoria não dispõe de piso salarial nacional. Logo, a remuneração varia de acordo com o Estado. “O economista possui uma média salarial entre R$3 mil e R$ 8mil. Isso não é regra. Esses valores não são fixos e, em alguns setores, o cientista econômico pode ter um salário de, aproximadamente, R$ 40 mil”, esclarece. 

 

Se interessou pelo assunto? Confira os cursos da UNAMA!

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4 produções para você curtir com seu pai neste domingo

Dia dos Pais também pode ser comemorado com filme e pipoca em casa. Confira a lista
Por: Elaine Guimarães 07/08/2020 - 16:52 - Atualizado em: 09/08/2020 - 09:00

Neste domingo (9) é comemorado o Dia dos Pais. Muitas pessoas preparam algo especial ou presenteiam aqueles que consideram como figura paterna. No contexto de pandemia, a data pede algo mais simples e, de preferência, em casa. Para pais e filhos fãs da sétima arte, separamos uma lista de produção que fala dessa relação e que são ótimas opções para festejar esse dia. Confira:

A vida é bela

A produção foge dos clichês dos filmes com temática de guerra e foca a narrativa na relação entre Guido e seu filho,  Giosué. Em meio à Segunda Guerra Mundial, Guido consegue, de forma lúdica, proteger o filho das atrocidades do momento.

 

 

Baby Love

 

O filme relata a luta de um casal homoafetivo para exercer a paternidade em meio ao preconceito. O assunto, que muitas vezes soa como tabu, é narrado de forma leve e cômica.

 

 

O garoto da bicicleta

A narrativa expõe a questão do abandono parental, realidade que atinge mais de 5,5 milhões de pessoas no Brasil, de acordo com levantamento do Censo Escolar. Após ser abandonado pelo pai em um abrigo e ter a bicicleta vendida, Cyril começa uma busca pelo genitor e por respostas, nesta procura, encontra a cabeleireira Samantha.

 

Procurando Nemo

 

P Sherman 42 Wallaby Way, Sydney, NSW. Se você não lembra desse endereço, assistiu Procurando Nemo errado. A animação, que é uma parceria entre a Disney e Pixar, mostra a relação entre Marlin, pai solo, e o filho Nemo que se perde em seu primeiro dia de aula. 

Na busca pelo filho, Marlin encontra perigos e personagens, como a peixinha Dory, que o ajudam na saga.

 

Qual filme vocês escolheu para assistir ao lado do seu pai? Conta para a gente nos comentários!

 
 
 

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Vai voltar aos treinos durante a quarentena? Veja alguns cuidados!

A retomada da rotina de exercícios físicos, diante do “novo normal”, requer atenção
Rebeca Ângelis Por: 06/08/2020 - 09:33 - Atualizado em: 28/08/2020 - 13:30

Muita gente foi pega de surpresa e teve de se adaptar às mudanças na rotina do “novo normal”. Em razão da pandemia do novo coronavírus, vários Estados do país tiveram de criar novas regras mais severas para manter o isolamento. Uma delas, a de fechar academias e interditar vias públicas para práticas de exercícios.

Quem é fã ou já tem costume de realizar treinos, teve de se adaptar às atividades em casa ou interromper a rotina de treinos até uma nova estabilidade. Diante da flexibilidade em algumas regiões, a volta aos exercícios em ambientes comuns tem sido restabelecida de forma gradativa. E para voltar ao ritmo de atividades durante a quarentena, convidamos o professor de Educação Física, Leonardo Rufino, para trazer orientações e cuidados necessários. Confira!

1-Treino com saúde

Uma das principais recomendações que Leonardo alerta é o de voltar aos treinos somente sob a condição de nenhum sintoma. “É importante ter atenção para qualquer sintomas da Covid, ou até mesmo qualquer resfriado. Quem apresentar quaisquer indicação para doenças ou esteja com imunidade baixa, o ideal é que não retorne às atividades agora, visto que a imunidade pode ficar ainda mais vulnerável com o esforço físico”, explica o professor.

2-Leve seus itens de uso

Se você pretende treinar em academia ou em outro ambiente de maior convivência, leve sempre seus itens pessoais, como: garrafa com água (de preferência, com tampa), toalha e até uma mini tubo de álcool em gel para higienização constante das mãos. Durante o suor do treino, também vale ter atenção e evitar passar a mão no rosto antes de lavar.

O educador físico reforça atenção: “dentro e fora da academia, a gente precisa evitar esse contato no rosto, pois também aumenta a forma de transmissão”.

Ele acrescenta que todas e todos devem ter a consciência dessa volta ao treino em ambientes com um número maior de pessoas. Por isso, é importante também que se tenha preocupação de sempre limpar as máquinas antes e depois do uso em academias.

3-Prefira locais abertos

Qualquer local que exista aglomeração de pessoas e que não seja ventilado pode facilitar o risco de contaminação do vírus. Por isso, mantenha sempre o distanciamento de um metro e meio e, se for treinar em academias, busque espaços com ventilações cruzadas, com todas as janelas abertas. Para treinos em academias, Rufino sugere que os alunos também podem diminuir os riscos escolhendo horários com menor fluxo de pessoas, visando também a não aglomeração.

4- Ritmo lento

Para as pessoas que treinavam e pararam as atividades durante esses quatro meses, o educador físico recomenda que esse retorno seja com exercícios de intensidade moderada. A mesma recomendação também se aplica aos que treinavam e mantiveram o ritmo de exercícios em casa, até que todos peguem o ritmo constante que antecedem o “novo normal”.

Já para os que nunca treinaram e estão iniciando agora o ritmo de exercícios, ele explica que o indicado é que se faça primeiramente um treino de adaptação, ou seja, um tipo de treino de baixa ou baixíssima intensidade. E o principal: toda e qualquer atividade, sempre sob orientação de um educador físico.

4-Organize sua rotina de atividades físicas

Separar um horário fixo para treinos é muito importante. Crie um cronograma e se exercite por, pelo menos, três vezes por semana. O treino regular é importante para aumentar e prevenir a imunidade. Por isso, busque uma rotina fixa para que seu corpo se adapte e volte ao ritmo.

5-Use máscara

Diante da pandemia, a forma mais segura de treinar fora de casa é com uso da máscara. Com o gasto de energia durante as atividades, é recomendável que se utilize duas. Uma para o início do treino e outra para a substituição, ao término das atividades físicas. A máscara esquenta, pode incomodar para a maioria, mas é um item imprescindível para evitar a transmissão do vírus. Use sempre que sair de casa. 

Ficou interessada (o) em saber mais sobre atividades físicas? Conheça nosso curso de Educação Física!

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Veja 5 séries, disponíveis na Netflix, que vão te ajudar a treinar inglês

Seja o britânico ou americano, o serviço de streaming oferece várias opções. Confira a lista
Por: Elaine Guimarães 03/08/2020 - 15:58

Ter o domínio de uma língua estrangeira é importante para o currículo e um diferencial no momento de busca por um estágio ou primeiro emprego. Com mais de um bilhão de falantes no mundo, a língua inglesa aparece, muitas vezes, como requisito para uma vaga.

Além dos cursos de idiomas, muita gente recorre às séries para treinar e aperfeiçoar o inglês, seja ele o americano ou britânico. Os serviços de streaming de vídeo, como a Netflix, disponibilizam no catálogo diversas produções que vão te ajudar na aquisição de vocabulário, compreensão auditiva e fala. Por isso, separamos cinco séries para maratonar e auxiliar nesse processo de aprendizagem da língua estrangeira.

 

House of Cards

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A série relata os bastidores da Casa Branca e toda articulação política e midiática estadunidense. As ambições do casal Claire e Frank Underwood dão o tom a série, dividida em seis temporadas. 

 

The Crown

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Série biográfica trata do reinado da Rainha Elizabeth II, do Reino Unido. Além disso, a produção da Netflix traz os bastidores da vida política e pessoal de diversos personagens históricos conhecidos pelo público.

Dear White People

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Com humor ácido e marcado pela crítica social, Dear White People denuncia o racismo estrutural em uma universidade e expõe o privilégio branco. Atualmente, a série está na terceira temporada. 

Sherlock

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O detetive mais conhecido do universo literário está de um jeito diferente na série da Netflix, mas com a sagacidade e humor de sempre. A produção britânica traz a resolução de vários casos misteriosos em Londres pela dupla Holmes e John Watson. 

 

Stranger Things

 

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Parece um drama infanto-juvenil, mas Stranger Thing pode te ajudar a aprimorar o inglês e a gente pode provar. Ambientado no anos 1980, a série traz diálogos simples e um enredo digno de filme de ficção científica. A história dos moradores de Hawkins está na terceira temporada. 

 

Conhece outra série que vai ajudar nos estudos? Indica nos comentários!

 

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